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quarta-feira, 24 de março de 2010

Cartas Proibidas I

(Do meu amado) 24.08.03

Oi,
São 8:40 hrs., (sic) e me vi com desejo de te escrever algo neste domingo que não sei como será durante todo o seu decorrer.
Por isso estou agora te escrevendo que, ao longo de todas as experiências que vivi em minha grande e maravilhosa jornada que tenho enfrentado neste nosso mundo de mistérios, nada se compara ao que estou vivendo agora.
Acho que estou muito feliz.
Pela vida, pela paz, por ser o que sou e por você!
Posso te dizer que haja o que houver, você sempre estará como um expoente na minha vida.
É interessante quando passamos a perceber que o fator gerador da nossa felicidade pode se manifestar de uma maneira tão simples e agradável como você.
Gosto de você nessa sua simplicidade e jamais ouse mudar sem o meu consentimento.

Um abraço desse sempre teu
(Ez)

sábado, 13 de março de 2010

Agonia.

Sem ti todas as noites são insones, agonizantes,
são assim as noites que vivo desde que partiu.
Cinzentas, inquietantes, onde a minha mente
não obedece os apelos da razão....
onde o meu desejo desconhece o bom senso...
onde vivo desconhecida, vagueando pela névoa
sombria que teima em me fazer companhia....
São noites impacientes.... são noites de agonia.